domingo, 15 de novembro de 2009

Silêncio na Popular

Depois de bastante tempo voltei ao Beira Rio. Minha ausência ao estádio era a minha forma solitária de protestar contra o que vem ocorrendo com o meu Inter.

Hoje, movidos pela falta de opção de final de domingo, decidimos ir ao jogo. Ao chegar, como sempre, nos dirigimos para o setor onde se concentra a Guarda Popular Colorada, uma linda torcida que canta e incentiva o time por mais de 90 minutos.

Qual minha surpresa, o túnel do Portão 7 estava silencioso. Nas arquibancadas, os instrumentos esperavam solitários os “guerreiros da torcida Popular”. Foi então que recebi um panfleto e, imediatamente resolvemos nos somar a proposta que vinha no folheto.

Com o título “Enquanto os torcedores sofrem, jogadores, cartolas e TV’s lucram!”, o volante comentava que o resultado dentro de campo atualmente é uma preocupação quase exclusiva da torcida. São os torcedores que sustentam financeiramente o clube que “transforma a paixão que vinha de berço numa máquina caçadora de receitas”.

A proposta do panfleto era silenciar nos primeiros minutos do jogo, algo inédito na mais alegre torcida colorada. “Não cantem, não vibrem, não comemorem, não xinguem, não esbravejem. Sejamos mudos, sejamos ausentes”... O panfleto afirma que é assim que a torcida é vista, ou seja, não é notada, é ausente. E avisa: “logo, logo esta ausência será de corpo e não apenas de voz e gestos”.

Uma imensa faixa ficou estendida durante todo o jogo lembrando que “ESTA CAMISETA NÃO MERECE ESTES MERCENÁRIOS” e o canto que, depois dos quinze primeiros minutos de silêncio foi: “Isso é o Inter, ponha mais raça porque isso é o Inter, honre a camisa porque isso é o Inter e só assim seremos campeões”.

sábado, 14 de novembro de 2009

Que saudade!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Insignificância: grande descoberta!

Hoje revi algumas pessoas que tentei esquecer. Descobri que não as esquecerei jamais. Entretanto, a grande descoberta foi perceber que não sinto mais nada por elas... não sinto aversão, nem amargura, nem afeto... coisa nenhuma, sentimento algum!

Percebi aquelas presenças como perceberia qualquer ilustre desconhecido, como um móvel qualquer, diminuto.

Uma leveza me envolveu!

Maldita seja!

Morreu hoje a atriz Mara Manzan, aos 57 anos, vítima de um câncer de pulmão.

Em 2009 seis pessoas conhecidas ou próximas de mim, foram vítimas dessa maldita doença chamada câncer. Há, pelo menos, outras quatro pessoas queridas lutando contra ela e, o pior de tudo é que parte delas está perdendo o combate.

Ontem a Eroni, esposa do meu tão querido amigo Freitas, um mestre com quem trabalhei e aprendi muito durante quase 10 anos, perdeu a guerra para essa chaga. Eroni, que aniversariava junto comigo, no dia 26 de novembro, foi companheira do Freitas por muitas décadas e formavam um lindo casal.

Neste ano também essa maldição chegou a bater na minha porta. Felizmente não entrou.

Mas que praga é essa que, em pleno século XXI ainda mata as pessoas? Que tão terrível enfer-midade vem vencendo a ciência que não consegue achar o seu fim?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Melhor calar!

Mulher é bicho esquisito...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Racismo no Brasil? Imagina só!